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Jornal O Servidor - Nova Lima
Associação contrata Libertas, empresa especializada em consultoria
Confira!

 

   
 

CPI pede apoio técnico aos auditores
 
Vereadores se dizem “em pânico” com o que já viram de irregular

O vereador Marcos Penido, presidente da CPI, solicitou do auditor Miguel Dianese um acompanhamento técnico nos encontros da CPI. O auditor expôs a situação dos trabalhos, que se divide em três fatores. O primeiro é a auditoria de sistema; em seguida em a legalidade das despesas e por último o mais difícil, segundo o auditor, é a conciliação bancária. Com estes três embasamentos. Dianese disse que “não existe no Brasil uma CPI que não trabalhe com uma orientação técnica”.
Acerca dos trabalhos de conciliação bancária já executados pela auditoria, Dianese informou que as conciliações de 1990 foram fáceis, porém as 1992 (final da gestão de Luciano Penido) “estão agarradas”. Dito isso, não prestou maiores detalhes sobre o motivo desta dificuldade encontrada naquele ano.
Quanto à orientação técnica solicitada pelo presidente da CPI, Dianese disse que a auditoria não pode fornecer levantamentos gradativos para os vereadores que têm hoje esta função especial investigativa “para não cometermos injustiças”.
 
Controle interno
 
O que aconteceu em Itaúna na opinião do auditor foi “excesso de confiança”, e alertou os vereadores que a Câmara necessita “urgentemente de uma Controladoria Interna”. Acrescentou que o desvio ocorrido se deveu por “falta de controle”. Aconselhou os membros da CPI a trabalhar na comissão com um foco determinado, para não haver devassa. “Se acontecer uma devassa, o Promotor nem olha, não instaura inquérito”, explicou o técnico.
Além do controle interno, Dianese disse que a Câmara necessita de um plano de carreira através de concurso, exigindo experiência comprovada e um departamento de planejamento.
“Estou em pânico”, disse Neider Moreira, membro da comissão, assustado com as informações iniciais ouvidas do auditor. “Eu já estou em pânico há muito tempo”, emendou o presidente da CPI, vereador Marcos Penido. “Ninguém (da CPI) quer apurar nada”, comentou desanimada a vereadora Magda Lúcia.
 
CPI continuará os trabalhos
 
A CPI continuará os trabalhos mesmo sem apoio de um técnico. Os edis membros insistem em encampar os trabalhos de auditoria que assim seriam absolvidos junto à CPI. A comissão irá focalizar os trabalhos nas notícias de crime recente e nas documentações referentes aos repasses e despesas.
Na próxima quinta-feira (01/06) a CPI voltará a se reunir às 9h30, nas dependências da Câmara.
 
Luciano Penido fez “vale” para Maurício Ribeiro
 
Através de alguns documentos levantados pelos vereadores na tarde de quinta-feira (25/05) consta um adiantamento de subsídio (vale) realizado em 1992 para o então vereador Maurício Ribeiro Machado (Maurício Casa Velha). Até o momento ele é o único vereador beneficiado.
O valor ainda não foi convertido em moeda atual. Na ocasião o presidente da Câmara era o então vereador Luciano Penido.

 

Compromisso com a verdade

JORNAL DA CIDADE

BARBACENA, SEXTA-FEIRA, 15 DE DEZEMBRO DE 2000 – Nº 395 / DIRETORA: RUTH ESTEVES

Lei de Responsabilidade Fiscal: prefeitos
terão que prestar contas mensalmente

A partir de março de 2001, os prefeitos terão que prestar contas mensalmente das receitas e despesas de seus municípios ao Tribunal de Contas do Estado.

Essa é uma das muitas obrigatoriedades previstas na Lei de Responsabilidade Fiscal, que, para o consultor em administração pública, Miguel Dianese, irá funcionar como uma auditoria preventiva. O assunto foi elucidado por Dianese a dezenas de prefeitos, vices e vereadores eleitos e reeleitos, e contadores públicos, durante palestra sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal, dia 9, promovida pelo deputado Hélio Costa, na Cabana da Mantiqueira.     
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Lei de Responsabilidade Fiscal
funcionará
como auditoria preventiva

            A temida Lei de Responsabilidade Fiscal promete funcionar como auditoria preventiva nas prefeituras. Quem garante é o consultor em administração pública, Miguel Dianese. É que a partir de março de 2001, por força da lei, os prefeitos terão que prestar contas mensalmente das receitas e despesas de seus municípios ao Tribunal de Contas do Estado (TCE). “Essa lei veio para acabar com o amadorismo na administração pública”, disse.

            O assunto foi amplamente discutido na palestra proferida por Miguel Dianese a dezenas de prefeitos, vices e vereadores eleitos e reeleitos, e contadores públicos da região, promovida pelo deputado federal Hélio Costa (PMDB), dia 9, no auditório da Cabana da Mantiqueira.

            Dianese falou aos participantes dos aspectos contábeis e financeiros da Lei de Responsabilidade Fiscal, e sua importância para os prefeitos. “São três os pilares que dão sustentação a essa lei: planejamento, transparência e controle popular – audiências públicas”, observou.  O consultor detalhou também os princípios básicos da administração pública.

            Além da obrigatoriedade da prestação de contas mensalmente ao TCE, a partir de 1º de janeiro de 2001, a Lei de Responsabilidade Fiscal determina que as administrações  terão de conviver com o Orçamento Participativo para definir as prioridades orçamentárias do município. “Isso será feito através de audiências públicas nas Câmaras, discutindo com a sociedade as prioridades de cada município, para provocar o equilíbrio receita/despesa”, explicou Dianese.

            Eleito prefeito pela primeira vez, Manoel da Silva Ribeiro – um dos participantes da palestra – vai administrar Ressaquinha a partir do próximo dia primeiro. Para ele, a Lei de Responsabilidade Fiscal representa um avanço contra a impunidade.

Interlocutor

            Ao abrir a palestra, o deputado Hélio Costa, vice-líder do PMDB, destacou o rigor da Lei de Responsabilidade Fiscal contra aqueles que, segundo ele, governam pensando em se beneficiar do dinheiro público.

            Antes de apresentar o consultor Miguel Dianese aos participantes da palestra, Hélio Costa falou de polícia. “Quero me colocar à disposição de todos os prefeitos da nossa região, independentemente de questões político-partidárias, para que eu possa ser o principal interlocutor junto ao governador Itamar Franco e ao Governador do estado, no empenho para a solução dos problemas de cada município”, assegurou.

 

 

 MINAS GERAIS

ÓRGÃO OFICIAL DOS PODERES DO ESTADO

 

CIRCULA EM TODOS OS MUNICÍPIOS E DISTRITOS DO ESTADO – ANO CV I –
BELO HORIZONTE, SÁBADO 5 DE DEZEMBRO DE 1998 – Nº 228

 

Administração

 

A Libertas – Auditores & Consultores realiza, em Pouso Alegre, o curso Administração Patrimonial e Materiais (Almoxarifado). Para obter mais informações sobre a progra-mação e custo do curso, que acontece no dia 17 de dezembro, das 8 às 18 horas, no Hotel Fênix (rua Bernadino de Campos, 143, Centro), basta ligar  para  o  telefone (031) 337-1016.

 

 

   MINAS GERAIS

ÓRGÃO OFICIAL DOS PODERES DO ESTADO

 

CIRCULA EM TODOS OS MUNICÍPIOS E DISTRITOS DO ESTADO – ANO CV I –
BELO HORIZONTE, QUINTA-FEIRA 30 DE ABRIL DE 1998

 

Especialistas debatem Lei de Licitações

 

           A Libertas Auditores & Consultores Ltda. está promovendo no dia 27 de maio o 2º Ciclo de Debates sobre a Lei Federal nº 8666/93 e suas Alterações, oportunidade em que serão destacados os temas mais polêmicos:

           Dispensas, Inexigibilidades, Contratos Administrativos e Análise Econômico-Financeiro dos Licitantes. Ainda: Licitações na Modalidade Técnica e Preço (Informática).

           Atuam como conferencistas os professores José Vuoto Nievas, professor da PUC/MG de Contabilidade e atual presidente da Comissão de Licitação do Tribunal de Contas do Estado; e Márcia de Brito, advogada e administradora de empresa, ex-presidente da Comissão de Licitação do Tribunal de Conas. Informações pelos telefones 337-1016 e 981-2328.

 

 

(31) 3264-0602  -  (31) 3264-0482
Libertas Auditores & Consultores
Av. Luiz Paulo Franco, 500/13º Andar  - Belvedere -  30320-570 - Belo Horizonte 
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